A elastografia hepática é um exame não invasivo muito útil para o diagnóstico de várias doenças do fígado. Utilizando tecnologia de ultrassom, ela mede a rigidez do tecido hepático, ajudando a identificar doenças graves mesmo em seus estágios iniciais. Vamos explorar como a elastografia é usada em diferentes diagnósticos!

Diagnósticos que a elastografia pode ajudar:

Fibrose Hepática e Cirrose

A elastografia é fundamental para avaliar o grau de fibrose (cicatrizes no fígado), que pode progredir para cirrose. Pacientes com hepatite B ou C, por exemplo, são frequentemente monitorados com elastografia para detectar fibrose precocemente e evitar complicações maiores, como insuficiência hepática.

Doenças Hepáticas Alcoólicas

O consumo excessivo de álcool pode levar à fibrose e, eventualmente, à cirrose hepática. A elastografia ajuda a monitorar o impacto do álcool no fígado.

Doença Hepática Autoimune

Condições como a hepatite autoimune e a cirrose biliar primária podem ser monitoradas com a elastografia. Essas doenças causam inflamação crônica que pode levar à fibrose.

Colangite Esclerosante Primária

Uma doença rara, mas grave, que afeta os ductos biliares, levando a inflamação e cicatrizes no fígado. A elastografia é usada para avaliar o grau de fibrose e monitorar a progressão da doença, orientando decisões de tratamento.

Esteatose hepática

É a acumulação excessiva de gordura no fígado, normalmente associada a fatores como obesidade, diabetes tipo 2 e consumo excessivo de álcool.

Por que escolher a elastografia?

  • Evita a necessidade de biópsia hepática: Em muitos casos, a elastografia oferece informações tão precisas que a biópsia invasiva pode ser evitada.
  • Rápido e indolor: O exame é feito em minutos, sem desconforto, permitindo diagnósticos frequentes e acompanhamento contínuo.
  • Monitoramento em longo prazo: Ideal para acompanhar a progressão de doenças hepáticas crônicas e ajustar o tratamento conforme necessário.